PCR

I- DADOS DEMOGRÁFICOS DA PCR

A Sobrevida Após a Reanimação Cardiopulmonar

*Estudo (Pesquisa realizada entre dezembro de 1983 e novembro de 1991).

Foi realizada uma revisão de todos os pacientes, maiores de 18 anos, que receberam a RPC durante esse intervalo de tempo. Os dados pesquisados foram: (1) demografia; (2) características dos pacientes, incluindo o estado mental, a quantidade de dependência para atividades da vida diária (auto cuidado) e tipo de diagnóstico (respiratório, cardíaco ou outros); e (3) características da parada cardiopulmonar, como hora do dia, localização física do paciente na hora da parada, se durante a parada o paciente estava monitorizado ou não, se a causa primária da parada foi cardíaca ou respiratória, qual o mecanismo da parada (com ou sem pulso) e dias de internação antes da parada. Os dados dos pacientes que evoluíram com óbito, estavam arquivados no computador do hospital.
Para a análise da sobrevida a longo prazo (média de oito anos após a alta hospitalar), os pacientes dos quais não foi possível saber se já haviam morrido, os pesquisadores consideraram como base a última consulta destes, sendo que todos os pacientes haviam procurado o hospital, pelo menos uma vez após a alta.

Resultados e Conclusões da Pesquisa

Um total de 1.066 tentativas de reanimações foram realizadas, em 948 admissões hospitalares. A maioria dos pacientes eram casados, do sexo masculino, foram admitidos de casa, tinham o estado mental preservado antes da parada, e não apresentava dependência para as atividades da vida diária. A idade média foi de 69 anos.
Das 948 admissões, 580 pacientes sobreviveram, sendo que 467 sobreviveram mais de 24 horas e 305 sobreviveram até a alta hospitalar. A maioria dos pacientes que recebeu alta voltou para casa sem problemas neurológicos.
O mecanismo da parada foi o fator mais importante associado com a sobrevida após a alta hospitalar, sendo que os pacientes que tiveram a parada sem pulso tiveram as piores chances de alta. Os pacientes que estavam monitorados sobreviveram mais dos que não monitorados, bem como os pacientes que tiveram parada cardíaca primária tiveram melhores resultados do que os pacientes com parada respiratória. Os pacientes que tiveram parada cardiorrespiratória durante o inverno morreram mais do que os pacientes que tiveram na primavera e no verão. A idade não foi uma variável importante associada à sobrevivência até a alta.
Dos pacientes que sobreviveram até a alta hospitalar, apenas 298 foram incluídos no estudo. Os pacientes foram divididos de acordo com a idade: 18 a 69 anos e acima de 69 anos. No primeiro ano após a alta, um quarto dos pacientes de cada grupo havia morrido. Nos anos seguintes o grupo de pacientes que tinham idade maior de 69 anos apresentou índice mais elevado de mortalidade. As mulheres tiveram taxa de mortalidade menor. Os pacientes que foram entubados durante a hospitalização sobreviveram menos. Aqueles cuja causa primária da parada foi um problema cardíaco tiveram um melhor prognóstico. Mas os autores lembram que nenhum desses resultados foi estaticamente provado.
Os autores acreditam que a instituição estudada, por tratar-se de uma instituição que atende pacientes da zona rural e brancos em sua maioria, não apresenta dados que possam ser generalizados para outra regiões geográficas e nem para as outras raças, e, por isto, outros estudos em diferentes instituições devem ser feitos.
Ao final do trabalho, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a sobrevivência até a alta hospitalar, depois de uma RPC, foi a maior apresentada nos últimos anos, em comparação com outras instituições. E a sobrevida em longo prazo foi similar a outros estudos. O que eles puderam observar foi que o tipo de arritmia (com ou sem pulso) é importante na sobrevivência a curto e longo prazo e que a idade não influencia a sobrevida até a alta, mas é importante no prognóstico a longo prazo. Eles acreditam, ainda, que esses achados podem ajudar na seleção dos pacientes que devem receber a RPC.










Parada Cardiorrespiratória e Morte Súbita Cardíaca


Epidemiologia
Expectativa de vida
As doenças circulatórias são a principal causa de morbidade e mortalidade nos Países desenvolvidos e em desenvolvimento, inclusive no Brasil. O pico de mortalidade por DCV no Brasil ocorreu no final da década de 70 e de 1979 até os dias atuais a incidência de mortalidade vem demonstrando uma queda progressiva, provável conseqüência das ações de controle de fatores de risco como a hipertensão arterial. Apesar disso a DCV representou em 1995 30% do total de óbitos.
Em 1900 a expectativa de vida global era de apenas 34 anos. Em 1950 era de 46. Em 1988 atingiu 66 anos e a tendência de elevação da expectativa de vida faz que a população de idosos cresça cada vez mais. Com o aumento da idade da população a prevalência de DCV deverá aumentar em números absolutos, mesmo que apresente queda das taxas ajustadas a idade. Com as estimativas atuais em 2025 existiram 32.000.000 de idosos no Brasil, ou seja 15% da população terá mais de 60 anos.

Incidência da Morte Súbita e taxas de sobrevivência.

Existe uma relação direta entre DCV e morte súbita. Estatísticas americanas contam 225.000 mortes súbitas por ano em pacientes que não conseguem chegar ao hospital. Outros cerca de 500.000 terão uma parada cardíaca e receberão um atendimento na tentativa de ressucitação, em geral intra-hospitalar.
O índice de sucesso depende diretamente do tempo transcorrido entre o pedido de socorro e a desfibrilação (tempo "chamada-choque"). Este tempo varia muito de acordo com a comunidade onde ocorre o evento e a preparação tanto dos profissionais como da comunidade leiga é fundamental para o sucesso do socorro a vítima de morte súbita. Nos Estados Unidos essa taxa varia de 3% nos centros mais movimentados onde o transito prejudica a chegada de socorro a no máximo 33% nos locais mais qualificados nesse tipo de atendimento. As chances são sempre maiores se a ressucitação é iniciada dentro dos primeiros 4 minutos do colapso.
Na população geral não selecionada a incidência global de morte súbita é de 0,1 a 0,2 % ao ano. Apesar de parecer irrisório o valor absoluto gera um número expressivo de mortes de 300.000 casos por ano.
Em populações selecionadas o valor absoluto de mortes diminui, mas o risco relativo é muito grande. O risco de Morte Súbita chega de 20 até 30% nos pacientes com fração de ejeção baixa, sendo a taxa pior quando estiver associado o IAM ou arritmia ventricular.
Em termos de política de saúde a melhor conduta de prevenção a morte súbita em termos de risco-custo-benefício é a mudança de estilo de vida visando a prevenção da DCV.

II - HISTÓRICO PCR
A história das manobras vem desde o antigo Egito, outros relatos do RCP, ocorrem através dos tempos, sem nenhuma base científica como:
*o uso da flagelação como açoite;
*o trote de cavalo com a vítima debruçada sobre esse;
*rolar a vítima sobre o barril;
*merece destaque o trabalho de máximos professor de medicina ( de valor inestimável)‏

Século passado vários métodos de ventilação foram sugeridos
*método shafer ( a vítima ficava de bruços)‏
*método de rolamento fr marshall hall
*método de compressão torácica de howard
*método de elevação dos mmss de silvester
1.900- reversão do estado terminal em ambiente hospitalar
1.960- reversão do estado terminal em ambiente extra hospitalar

Relatos sucesso no rap

1.904-keen,utilizou a massagem cardíaca interna
1.906-crile s dolley,descreveram o método experimental de ecp,usando a compressão torácica,ventilação artificial com o uso de epinefrenina parenteral
1.950- stephensom, usou método de toracotomia de emergência, com massagem cardíaca interna
1.956- zoll reverteu a fibrilação ventricular (fv) através da desfibrilação elétrica s/toracotomia
1.958- estudiosas publicaram o controle das vias aéreas e ventilação boca a boca e massagem externa
1.966-ocorrem a primeira reunião sobre r.c.p através de national academy sciences national
nos EUA há cerca de 300.000 PCR por ano.restaura o b.c cerca de 40% até 60% casos.


Sobrevida para rcp
A sobrevida para rcp hospitalar é de 10% a 15% sendo que 15% representam lesão cerebral grave.
Atualmente a rcp passa 15:2 ( 15 massagem e 2 ventilações), para 30:2 devido a queda do dc ( débito cardíaco).
III - O TRATAMENTO E SUA EFICÁCIA PARA PCR E DEA

O QUE É DESFIBRILAÇÃO ?
A desfibrilação cardíaca é um procedimento de atendimento pré-hospitalar que, nos países desenvolvidos, tem salvado inúmeras vidas de pessoas vítimas de parada cardiorrespiratória. A desfibrilação pode ser definida como o uso terapêutico do choque elétrico de corrente contínua, com grande amplitude e curta duração, aplicado no tórax ou diretamente sobre o miocárdio. Durante uma atividade elétrica cardíaca irregular, a desfibrilação despolariza todas as células cardíacas, permitindo o reinício do ciclo cardíaco normal, de forma organizada em todo o miocárdio.

DESFIBRILADORES EXTERNOS AUTOMÁTICOS (DEA)

São equipamentos portáteis, computadorizados que analisam o ECG de superfície, incluindo a freqüência, amplitude, inclinação e morfologia da onda.
Estão obrigados a dispor de desfibriladores estabelecimentos que tenham mais de mil pessoas concentradas ou aqueles nos quais haja circulação média de mais de três mil pessoas por dia. A legislação também abrange clubes e academias com mais de mil sócios e instituições financeiras e escolas com concentração ou circulação média diária com mais de 1.500 pessoas. O objetivo é criar condições para o uso do aparelho desfibrilador em até cinco minutos após a ocorrência de um problema coronário.
A vantagem do desfibrilador automático é que, depois de acoplado ao tórax do paciente por meio de eletrodos (cabos), o aparelho identifica se há necessidade de aplicar o choque ou não. O aparelho é automático e checa a condição da pessoa. Se o coração parou, ele pode voltar a bater depois do procedimento.

QUANDO USAR UM DEA?
Sempre que o coração torna-se arrítmico, ou seja, quando ele perde a possibilidade de bater de forma ordenada, o sangue deixa de ser bombeado e conseqüentemente o oxigênio e nutrientes não chegam aos órgãos, iniciando um processo degenerativo conhecido como morte biológica.
Sabemos que a fibrilação ventricular (FV) é a arritmia mais comum encontrada nos casos de parada cardiorrespiratória em adultos. A taquicardia ventricular (TV) é a segunda forma de arritmia mais comum e que também compromete a eficiência cardíaca. A maioria das pessoas que sofre morte súbita fora do hospital, encontra-se inicialmente em FV, antes de entrar em assistolia; nos casos documentados em que há a monitorização cardíaca contínua, observa-se que mais de 60% dos casos apresentam TV por curto espaço de tempo antes de entrar em FV.
Está bem estabelecido que o tratamento mais eficiente da FV é a desfibrilação elétrica, e que o fator mais importante para a sobrevivência é a rapidez com que se aplica o tratamento.
Por isso, o DEA só deve ser utilizado se forem encontradas as seguintes circunstâncias:
1. Vítima inconsciente;
2. Sem respiração;
3. Sem pulso carotídeo.
Os três primeiros choques são dados numa seqüência de 200-300-360 joules ou 200-200-360 joules. Todos os choques dados além desta seqüência serão de 360 joules. A equipe médica determinará o protocolo a ser seguido a partir da desfibrilação e, se for preciso, a remoção da vítima.
Caso a vítima volte a apresentar pulso, será necessário suporte avançado de vida, segundo os protocolos do Advanced Cardiac Life Support (ACLS).
A seguir algumas considerações importantes quanto ao uso do DEA:
1. Não é indicado para crianças menores de 8 anos ou com menos de 40 quilos;
2. Vítimas de trauma requerem transporte imediato e o mesmo não deverá ser retardado pela desfibrilação;
3. Medicamentos sob a forma de adesivos devem ser removidos antes de se iniciar a desfibrilação;
4. Pacientes hipotérmicos podem não responder bem à desfibrilação. Existem diferentes protocolos locais para tais situações;
5. Marca-passos podem alterar a eficiência do DEA;
6. Uma vez iniciada a remoção, a desfibrilação deverá ser interrompida.

A importância do DEA nos serviços de atendimento pré-hospitalar

Considerando-se a fibrilação ventricular como modalidade mais comum de PCR extra-hospitalar, é fundamental que o desfibrilador esteja disponível em curto espaço de tempo e em mãos habilidosas para segurança e rapidez em seu uso. O fortalecimento da corrente de sobrevivência pode ser alcançado com educação continuada e treinamento da população leiga e dos socorristas das equipes de serviço pré-hospitalar. Estudos têm demonstrado uma tendência superior de sobrevivência com o uso do DEA em parada cardíaca fora do hospital pelo pessoal de ambulância. O uso do DEA pelos profissionais do serviço pré-hospitalar tem muitas vantagens, como facilidade, rapidez, treinamento inicial com baixo custo e o fato de que o DEA pode ser operado mais rapidamente que os desfibriladores convencionais.
Estudos subseqüentes confirmaram estes resultados e incluíram a acurácia do DEA, tempos menores para desfibrilação e aumento da sobrevida.
Os profissionais que atenderão a uma parada cardíaca devem estar capacitados, equipados e ter autorização para tentar a desfibrilação.
Enfermeiros e técnicos de enfermagem devem estar capacitados para realizar o suporte básico de vida e operar o DEA. É preciso que ocorra uma mudança de paradigmas e que a desfibrilação se torne uma ação esperada da equipe de enfermagem e não apenas uma extensão de seu papel. O profissional que chega à cena com o DEA deve se posicionar com o equipamento à esquerda da vítima e avaliar as condições do tórax antes de instalar os eletrodos. Importante ressaltar que as compressões torácicas não devem ser interrompidas para a instalação do DEA.
Os cuidados antes da instalação dos eletrodos de desfibrilação incluem avaliar se a vítima está na água, devendo ser colocada em superfície seca, secar o tórax com uma toalha, identificar presença de pêlos e proceder à rápida tricotomia com barbeador descartável no local em que os eletrodos serão aderidos. A presença de pêlos no tórax impede o contato adequado dos eletrodos, fato que prejudica a análise do ritmo cardíaco. O profissional também deve inspecionar o tórax quanto à presença de marca-passo implantável ou CDI (cardioversor/desfibrilador implantável).
Este equipamento é conectado ao paciente por meio de duas pás adesivas - uma na borda esternal superior direita e a outra sobre o ápice do coração, responsáveis pela captação e transmissão do ritmo cardíaco do paciente ao
aparelho e pela descarga do choque elétrico. O desfibrilador completamente automático requer somente a colocação das pás adesivas e pressão sobre o botão de acionamento do aparelho. Se o ritmo cardíaco presente é FV ou TV, o aparelho automaticamente carrega e aplica o choque elétrico.
No desfibrilador semi-automático ou choque consultivo o socorrista aperta o botão “analisar” para análise do ritmo cardíaco e o botão “choque” para aplicação do choque elétrico. Teoricamente, o desfibrilador semi-automático seria mais seguro que o completamente automático pelo choque ser efetuado no momento em que o socorrista determina, entretanto a experiência clínica sugere que ambos são igualmente seguros.
A principal diferença entre o desfibrilador automático e o convencional é que o automático analisa e interpreta automaticamente o ritmo cardíaco, dispensando conhecimentos de eletrocardiografia de seu operador.
Atualmente a rcp passa 15:2 ( 15 massagem e 2 ventilações), para 30:2 devido a queda do dc ( débito cardíaco).

IV- PCR E RCP
O termo reanimação cardiopulmonar- cerebral,é um conjunto de medidas terapêuticas, utilizadas no tratamento da parada cardiorrespiratória(PCR)‏

CAUSAS CARDÍACAS
doença coronariana aterosclerótica
iam
estenose aórtica
miocardiopatias
aneurisma aórtica


CAUSAS IATROGÊNICAS
intoxicação por digitálico
outras drogas
síndrome wolff parkinson white

CAUSAS NÃO CARDÍACAS
traumas
AVC
hipovolemia
hipotermia


ETIOLOGIA
As doenças cardiovasculares são as principais causas de PCR, são doenças que afetam o sistema circulatório, coração, artérias, veias e capilares.
As patologias mais comuns são:
hipertensão
arterosclerose
avc
iam



FATORES DE RISCO REVERSÍVEIS
etilismo
tabagismo
obesidade
sedentarismo

FATORES DE RISCO NÃO REVERSÍVEIS
sexo
idade
raça
d.m

A SEGUNDA CAUSA DE PCR SÃO OS TRAUMAS COMO:
acidentes automobilísticos
quedas
arma de fogo
afogamento
são as causas de morte mais comum na população entre 01 e 44 anos de idade.


V - TÉCNICAS DE REANIMAÇÃO E DESFIBRALAÇÃO ELÉTRICA

RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR
É o tratamento inicial para a morte súbita
Objetiva manter a viabilidade cerebral até a chegada de socorro especializado ou recuperação do paciente

REANIMAÇÃO BÁSICA NO ADULTO
1- Determinar a inconsciência
2- Ativar o SME
3- Posicionar a vítima
4- Abrir a via aérea
5- Avaliar a ventilação
6- Realizar 2 ventilações boca a boca
7- Avaliar o pulso carotídeo (Só para reanimadores profissionais)‏
8- Realizar a compressão cardíaca externa
Primeiro Passo
Avaliar a segurança do local

DETERMINAR A INCONSCIÊNCIA
Tocando nos ombros
Chamando a vítima
“Você está bem?”
Vítima responde, mas necessita atendimento médico
Chamar SME (SAMU 193)
Ficar ao lado da vítima

Primeiro Passo
Segundo Passo
chamar por ajuda
ativar o sistema médico de urgência (samu 193 / ecco-salva etc...)‏
desfibrilador (dea)‏
abrir as vias aéreas
Terceiro Passo
Quarto Passo

há obstrução provocada pela musculatura da língua e pela epiglote, fechando a laringe
extensão do pescoço
levantamento do queixo
verificar se há respiração efetiva por 10s
ver
ouvir
sentir
dúvida??? considere que não respira

Abertura da Via Aérea
Em 70% das vítimas, consegue-se abrir a via aérea só com a curvatura da cabeça para trás
Em 30% dos casos necessita-se deslocar a mandíbula para a frente

Técnicas para a Abertura da Via Aérea
Levantamento do queixo (chin lift)‏
Mais fácil
Leigos e Reanimadores profissionais
Levantamento do ângulo da mandíbula (jaw thrust)‏
Reanimadores profissionais
Quando houver suspeita de trauma cervical (2% dos casos)‏

Quinto Passo
ventilação boca a boca
Iniciar com 2 ventilações suficientes para que possa ver o tórax da vítima elevar-se
Respirar normalmente antes de ventilar
Ventilações rápidas causam distensão gástrica
Cada ventilação em 1 segundo
Não fazer ventilações superpostas (efeito em escada)

Sexto passo
detectar pulso
reanimadores profissionais
palpar o pulso carotídeo ( o coração está batendo? )‏
você tem 10 segundos para decidir se há pulso presente ou não
leigos
muita dificuldade em detectar pulso
devem considerar que se a vítima não respira, não tem pulso


Compressão Torácica Externa
Freqüência de compressão de 100 por minuto com 1 ou 2 reanimadores
Fazer pausa para ventilação após a 30a compressão com 1 ou 2 reanimadores
Após entubar o paciente não é necessária a pausa.
Ventilar 10X/min


Técnica com Um Reanimador
UM REANIMADOR
Ativa o serviço médico de urgência
Abre a via aérea e ventila 2 X
Faz compressão torácica (30 x 2 )‏

Técnica com dois reanimadores
O primeiro reanimador mantém a via aérea e ventila 2 X
O segundo reanimador faz compressão torácica externa ( 30 x 2 ) e faz pausa após a 30ª compressão para ventilação
Os reanimadores trocam de posição a cada 2 minutos

Desfibrilação
Na PCR testemunhada a desfibrilação, se disponível, deve ser feita de imediato.
Quando a vítima é encontrada em PCR, deve-se fazer CPR por 2 minutos antes de desfibrilar


VI - PAPEL DO ENFERMEIRO
A equipe de enfermagem freqüentemente é quem testemunha a parada cardiorrespiratória PCR, portanto deve possuir conhecimento suficientes para realizar os primeiros socorros.O sucesso depende do tempo entre a ocorrência e o início do trabalho,deve ter harmonia e sincronismo da equipe, e a capacitação dos profissionais.
No cuidado emergencial de enfermagem estima-se a preservação da vida promovendo a restauração das funções fisiológicas ate que seja providenciado o cuidado definitivo.
Essa assistência deve ser rápida, segura, eficiente e com segurança e com espírito de equipe para amenizar o stress.

“OS ENFERMEIROS DAS UNIDADES DE EMERGÊNCIA ALIAM Á FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA, A CAPACIDADE DE LIDERANÇA, O TRABALHO, O DISCERNIMENTO, A INICIATIVA, A HABILIDADE DE ENSINO, A MATURIDADE E A ESTABILIDADE EMOCIONAL” (GOMES, 1994)







VII - BIBLIOGRAFIA

http://www.manuaisdecardiologia.med/MS/MS – pag 357 – dados epidemiológicos e demográficos em PCR.
http://esquina.cardiol.br/manualeletrocardio.asp.m
Ana Maria Calil;Wana Ieda Paranhos,O Enfermeiro e as situações de emergência
Protocolo de Parada Cardíaca 2008
www.hc.ufpr.br/acad/academi
http://libdigi.unicamp.br/
www.portal.saude.gov.br.

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